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Atenção: você pode estar prejudicando seu cérebro!

Descobriu que o colesterol está acima dos níveis normais e decidiu modificar completamente sua alimentação? Certos cuidados são importantes ao retirar algum alimento da dieta

Anos atrás o colesterol tornou-se uma ameaça às doenças do coração, devido a sua associação com o aumento de doenças cardiovasculares, como a arteriosclerose. Hipótese esta que trouxe mudanças nos hábitos alimentares de indivíduos com alta probabilidade de desenvolver tal doença e sofrer um infarto. Iniciou-se uma verdadeira guerra contra o consumo de alimentos que seriam ricos em colesterol, principalmente ovos. Entretanto, o que não foi dito, é que esse alimento contém nutrientes essenciais para a boa saúde cerebral!

Abordamos anteriormente em nosso Blog a questão do consumo de ovos, principalmente os orgânicos que possuem a gema mais alaranjada (compare na foto abaixo). Além da sua importância para a saúde ocular por conter substâncias carotenóides, como a luteína e a zeaxantina, possui também quantidades um pouco maiores de colesterol comparados a outros alimentos. Porém não se pode considerar é um alimento nocivo ao cérebro, uma vez que o colesterol é constituinte das membranas dos neurônios.

A teoria que se criou em volta dos malefícios trazidos pelo consumo de ovos, e particularmente das gemas, fez com que as pessoas parassem de consumir um nutriente essencial para a boa saúde cerebral: a colina! Um estudo publicado este ano no renomado British Journal of Nutrition comprova isso.

O estudo foi realizado pelo Departamento de Nutrição da Universidade de Oslo, na Noruega. Os autores analisaram 2195 homens e mulheres entre 70 a 74 anos de idade. Primeiramente avaliaram as funções cerebrais dos participantes com uma série de 3 testes cognitivos e, em seguida, mensuraram a quantidade de colina no plasma. Níveis plasmáticos de colina maiores que 8,4 mm/L foram associados a pontuações maiores nos testes, o que leva a entender seus benefícios na performance cognitiva.

Embora o ovo seja rico em colesterol, esse nutriente é essencial para o Sistema Nervoso Central, pois faz parte da mielina e das membranas dos astrócitos e neurônios (células presentes no cérebro). Uma característica da mielina é sua composição de aproximadamente 70% de lipídios e 30% de proteínas, o que é praticamente o oposto da composição encontrada nas outras membranas celulares do organismo. Percebe-se a importante função do colesterol para o cérebro, uma vez que o próprio órgão produz esse componente para justamente evitar que seus níveis declinem e desenvolva problemas neurológicos.

Em relação à colina, para termos uma ideia, um ovo normalmente contém cerca de 125 mg de cloreto de colina. Carnes também são ricas nesse nutriente. Para indivíduos que seguem uma dieta vegetariana podem-se obter boas quantidades de colina em 85 gramas de gérmen de trigo. Além disso, um nutricionista pode lhe ajudar a montar um cardápio balanceado de vitaminas, minerais e, claro, com níveis adequados de colesterol e colina.

Caso não faça consumo suficiente de nenhum daqueles alimentos, a ingestão de uma cápsula de 500 a 900mg de fosfatidilcolina ao dia associada a uma dieta balanceada garante altos níveis de colina para o bom funcionamento cerebral. Clique aqui para mais detalhes.

Nurk E, Refsum H, Bjelland I, Drevon CA, Tell GS, Ueland PM, Vollset SE, Engedal K, Nygaard HA, David Smith A. Plasma free choline, betaine and cognitive performance: the Hordaland Health Study. Br J Nutr. 2012 May 1:1-9. 

 

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”

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Respire mais fácil: Obtenha sua vitamina D

A asma, que inflama e estreita as vias aéreas, se tornou mais comum nos últimos anos. Embora não haja nenhuma cura conhecida, ela pode ser controlada com medicação e evitando os alergênicos e outros gatilhos. Um novo estudo realizado por um pesquisador da Universidade de Tel Aviv aponta uma maneira conveniente, e de graça, para controlar os episódios de asma aguda: tomar sol.

De acordo com um estudo recentemente publicado no periódico Allergy, a medição e, se necessário, o aumento dos níveis de vitamina D pode ajudar a controlar os ataques de asma. A pesquisa, conduzida pelo Dr. Ronit Confino-Cohen do TAU’s Sackler Faculty of Medicina, Meir Medical Center, e Clalit Research Institute, e Dra. Becca Feldman do Clalit Research Institute  estudou os registros de milhões de pacientes e usou diagnósticos médicos, ao invés de auto-relatos, para a evidência de episódios de asma.

“A vitamina D tem efeitos imunomoduladores significativos e, como tal, foi creditada como tendo um efeito sobre a asma – uma doença imunologicamente mediada”, relatou o Dr. Confino-Cohen. “Mas a maior parte dos estudos existentes sobre a vitamina D e asma veio da população pediátrica e era inconsistente. Nosso estudo é único porque sua população de jovens adultos é muito grande e ‘não contaminada’ por outras doenças.”

 

Um amplo estudo

Dr. Confino-Cohen e sua equipe de pesquisadores analisaram os registros médicos de quase quatro milhões de membros dos serviços de saúde Clalit, o maior prestador de cuidados de saúde de Israel. Os níveis de vitamina D de 307.900 pessoas foram medidos entre 2008 e 2012 sendo levado em conta fatores preditores chave da asma, tais como obesidade, tabagismo e outras doenças crônicas. Dos cerca de 21 mil pacientes de asma estudados em Israel, aqueles com deficiência de vitamina D eram 25 por cento mais prováveis de terem pelo menos uma ocorrência repentina no passado recente do que os outros asmáticos. A “asma não controlada” foi definida como sendo prescrita com pelo menos cinco inaladores de resgate, uma prescrição de corticosteroides orais, ou visitar o médico para a asma, pelo menos, quatro vezes em um único ano.

“Nossos resultados acrescentam mais evidências na relação entre a vitamina D e asma, sugerindo efeitos benéficos da vitamina D sobre as exacerbações da asma”, disse Dr. Confino-Cohen. “Nós esperamos que novos estudos prospectivos apoiem os nossos resultados. Entretanto, nossos resultados suportam a recomendação para o rastreio dos níveis de vitamina D no subgrupo de pacientes com asma que apresentam exacerbações recorrentes. Naqueles com deficiência de vitamina D, a suplementação pode ser necessária.”

 

Ao sol?

Enquanto a maior parte da vitamina D no organismo das pessoas vem da exposição ao sol, os dermatologistas recomendam a obtenção do ingrediente de outras fontes – peixe, ovos, óleo de fígado de bacalhau, leite fortificado, ou um suplemento dietético – devido aos perigos da exposição excessiva ao sol.

“Nós sabemos muito sobre esta doença e muitas opções terapêuticas estão disponíveis. Por isso, é muito frustrante que a prevalência de asma não está diminuindo e muitos pacientes sofram exacerbações e prejuízo significativo em sua qualidade de vida”, o especialista em alergia e imunologia clínica, Dr. Confino-Cohen, disse. “O aumento dos níveis de vitamina D é algo que podemos facilmente fazer para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.”

Com base nos resultados, os pesquisadores recomendam que as pessoas cuja asma não possa ser controlada com tratamentos existentes tenham seus níveis de vitamina D testados. Para aqueles com deficiência de vitamina D, os suplementos podem fazer sentido.

“Este estudo proporcionou uma oportunidade excepcional na pesquisa da asma. Eu recebi uma bolsa de investigação do Clalit Health Services, que nos forneceu a oportunidade de usar seu enorme banco de dados e conduzir o estudo com a equipe de profissionais de seu Instituto”, relatou o Dr. Confino-Cohen. “Prevemos mais investigação prospectiva que irá apoiar os nossos resultados e abrir uma nova modalidade de tratamento para a população de asmáticos não controlados.”

 

Traduzido por Essentia Pharma

Fonte:  http://www.sciencedaily.com/releases/2014/10/141028122631.htm

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A obesidade e o fígado

A obesidade está associada com um número significativo de problemas de saúde, incluindo a resistência à insulina, câncer e outros, e agora pesquisadores podem ter descoberto uma razão para tal. Enquanto a maioria de seus tecidos e órgãos envelhecem ao mesmo ritmo, certos fatores podem causar a aceleração do envelhecimento deixando você aparentar ser mais velho do que é, ou determinados órgãos ficarem mais envelhecidos do que outros – uma medida conhecida como “idade epigenética”. Um desses fatores ligados à aceleração do envelhecimento epigenético é a obesidade, particularmente em seu fígado.

A obesidade acelera o envelhecimento do seu fígado

Uma nova pesquisa descobriu que se você é obeso, seu fígado pode envelhecer mais rápido do que o resto do seu corpo, colocando-o em risco de doença crônica. Para cada aumento de 10 unidades do índice de massa corporal (IMC), a idade epigenética do fígado aumenta 3,3 anos.1

A cirurgia de obesidade não teve nenhum efeito aparente sobre a idade do fígado, mesmo quando isso resultou em rápida perda de peso. Além disso, a obesidade não pareceu influenciar no envelhecimento da gordura, músculos ou sangue – apenas do fígado.

Steve Hovath, professor de genética humana e bioestatística da Universidade da Califórnia, Los Angeles School of Public Health, e seus colegas foram capazes de medir a idade epigenética precisa de amostras de fígado usando um “relógio epigenético” que Hovath desenvolveu, baseado na metilação do DNA, um processo pelo qual um grupo metil (um átomo de carbono ligado a três átomos de hidrogênio) é adicionado à parte de uma molécula de DNA.

A metilação do DNA é crucial no funcionamento normal das células, permitindo que as elas “lembrem quem são e onde elas têm estado” e é importante na regulação da expressão gênica. Também a metilação de DNA suprime os genes para coisas que você não quer, como genes relacionados às doenças virais e outros, e, quando anormal, ela desempenha um papel crítico no desenvolvimento de quase todos os tipos de câncer.

 

A conexão da frutose com a obesidade e lesão hepática

A razão pela qual a obesidade pode acelerar o envelhecimento em seu fígado pode ter a ver com uma causa subjacente tanto dos danos do ganho de peso como do fígado: frutose. Você pode estar ciente de que a frutose é prejudicial quando consumida em excesso, no entanto, você pode se surpreender ao saber que a frutose é, em muitos aspectos, muito semelhante ao álcool em relação ao dano que pode fazer para o seu corpo … e seu fígado.

Ao contrário da glicose, que pode ser usada por praticamente todas as células do seu corpo, a frutose só pode ser metabolizada pelo fígado, porque o fígado é o único órgão que tem o transportador para tal.3

Desde que quase toda frutose é transportada para o fígado, e, se você tem uma dieta típica ocidental com quantidades elevadas de frutose, isto acaba danificando o fígado da mesma maneira que o álcool e outras toxinas o fazem. Na verdade, a frutose é virtualmente idêntica ao álcool em relação aos estragos metabólicos que provoca.

Segundo o Dr. Lustig, professor de pediatria na Divisão de Endocrinologia da Universidade da Califórnia, a frutose é uma “toxina crônica e dependente da dose no fígado”. E, assim como o álcool, a frutose é metabolizada diretamente em gordura – e não como energia celular, como a glicose.

 

A frutose como principal causa da epidemia de obesidade

A frutose não só prejudica o seu fígado; é também uma das principais causas que alimenta a epidemia da obesidade em adultos e crianças. Em ordem para você ganhar peso significativamente, você deve primeiro tornar-se resistente à leptina. A leptina é um hormônio que ajuda a regular o apetite. Quando seus níveis de leptina aumentam, ela sinaliza seu corpo que você não está mais com fome, assim você para de comer.

No entanto, à medida que você se torna cada vez mais resistente aos efeitos da leptina, você acaba comendo mais. Muitas pessoas que estão acima do peso também têm uma deficiência na capacidade do corpo oxidar a gordura, o que leva a um estado de baixa energia. A questão então é: o que impulsiona este processo básico? Por que você se torna resistente à leptina, em primeiro lugar?

Dr. Richard Johnson é o chefe da nefrologia na Universidade do Colorado e está ativamente envolvido na investigação clínica. Ao longo dos últimos 25 anos, boa parte de sua investigação (que é financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde, EUA) tem se concentrado em frutose e doenças relacionadas à obesidade.

Sua hipótese é que, ao invés da obesidade ser conduzida pela ingestão de muitas calorias e falta de exercício, ela é sim impulsionada principalmente pela ingestão de muito açúcar refinado, especialmente de frutose.

A pesquisa do Dr. Johnson mostra claramente que o açúcar refinado (em particular a frutose) é excepcionalmente eficaz em causar a resistência à leptina em animais e é muito eficaz em bloquear a queima de gordura.

“Quando você dá frutose aos animais, eles perdem a capacidade de controlar o apetite, comem mais e fazem menos exercícios. A frutose parece estar atuando diretamente no ganho de peso”, afirma ele.

Mas sua pesquisa também revela que a frutose modifica a composição do seu corpo para mesmo quando numa restrição calórica, ocorrer o ganho de gordura corporal.

 

Quanto de frutose é seguro?

Quatro em cada cinco norte-americanos têm resistência à insulina e leptina. Isso inclui também as pessoas que estão acima do peso, diabéticos, hipertensos ou que tomam um medicamento de estatina. Se você se enquadra numa dessas categorias, seria prudente restringir seu consumo de frutose para cerca de 15 a 25 gramas por dia – de todas as fontes.

 

Aqueles que estão com peso normal e relativamente saudáveis também podem se beneficiar em reduzir a sua ingestão de frutose, particularmente de alimentos que contenham xarope de milho ou açúcar, como os efeitos da alta ingestão de açúcar e HFCS (high frutose corn syrup, ou seja, xarope de milho) podem ser cumulativos ao longo do tempo.

Frutas também têm frutose, mas contém muitos nutrientes benéficos e antioxidantes. No caso da obesidade, tem de se ter cuidado com a ingestão de frutas com teor de frutose substancial. Algumas frutas, como limões e limas, têm um conteúdo mínimo de frutose e são seguras. Outras frutas, como uva, kiwi e frutas vermelhas, também têm relativamente baixo teor de frutose e altos níveis de nutrientes. No entanto, sucos de frutas, frutas secas, e algumas frutas que são ricas em frutose (como peras, maçãs vermelhas e ameixas) devem ser consumidas com moderação.

De acordo com o Dr. Johnson, se você se exercita regularmente, uma pequena quantidade de frutose pode realmente ser muito benéfica, porque ela vai acelerar a absorção de glicose em seu intestino e melhorar o desempenho muscular. Mas isso realmente depende de como seu corpo a metaboliza. Seu corpo normalmente não consegue absorver bem a frutose. Mas, quanto mais frutose você come, mais os transportadores que permitem sua absorção no intestino estarão ‘ligados’ e mais frutose seu corpo absorverá. Crianças magras, por exemplo, tendem a absorver apenas cerca da metade da frutose que consomem, enquanto que crianças obesas que têm a doença hepática gordurosa absorvem perto de 100 por cento. Isso pode explicar melhor a obesidade estar ligada ao envelhecimento acelerado do seu fígado.

 

Os melhores alimentos para seu fígado

Para eliminar as toxinas e resíduos do corpo, um primeiro passo seria beber bastante água. Um guia geral é beber água o suficiente para que sua urina tenha cor amarelo pálido. Quanto aos alimentos, a combinação certa de nutrientes irá ajudar a manter o seu fígado a funcionar otimamente. Alguns dos melhores alimentos para o seu fígado foram compilados pela Rodale News e estão listados abaixo:5

  • Alimentos fermentados provendo ao corpo bactérias benéficas como vegetais colocados em salmoura, por exemplo o kimchi.
  •  Os vegetais crucíferos (brócolis, repolho, couve-flor, bok choy e daikon) que ajudam o fígado a neutralizar as toxinas, incluindo produtos químicos, pesticidas, medicamentos e substâncias cancerígenas.
  • Vegetais folhosos verde escuro (couve, couve de Bruxelas e verdes) que contêm quantidades ricas de enxofre o qual ajuda seu fígado na desintoxicação.
  • Os vegetais do mar como as algas marinhas e algas marrons também apoiam a desintoxicação e podem ajudar a prevenir o seu corpo da absorção de metais pesados e outras toxinas ambientais. Mas, certifique-se de sua proveniência não vir de águas poluídas.
  • Brotos contêm altos níveis de enzimas que servem como catalisadores para as funções importantes do corpo. Uma pesquisa recente sugere que brotos de brócolis podem ajudar a desintoxicação do corpo de poluentes ambientais como o benzeno.6
  • Alho, cebola, cebolinha e alho-porró, ricos em enxofre, incluindo a alicina – composto à base de enxofre – o que é fundamental para a desintoxicação do fígado.
  • Ovos orgânicos, fonte de alta qualidade de proteína que inclui os oito aminoácidos essenciais, o que ajuda seu fígado a desintoxicar seu corpo. A colina, encontrada na gema do ovo, também ajuda a proteger o fígado das toxinas.
  • Alcachofras, pois contêm cinarina e silimarina, que apoiam a saúde do fígado.
  • Cogumelos: maitake, shiitake e reishi são conhecidos por seus potentes agentes imunológicos e também por conterem L-ergothioneine, poderoso antioxidante que ajuda a neutralizar os radicais livres.
  • Frutas vermelhas ricas em fitoquímicos, incluindo antocianinas, que podem inibir a proliferação de células de câncer de fígado.
  • Óleo de coco: esta gordura saturada saudável é tão fácil para ser digerida que torna desnecessária a presença das enzimas pancreáticas. Isso coloca menos pressão sobre o fígado e o ajuda a funcionar de forma otimizada.
  • Abacates: contêm a saudável gordura monoinsaturada, ácido oleico e glutationa, importante para a saúde do fígado.
  • Azeite de oliva orgânico, não refinado, extra-virgem: contém compostos anti-inflamatórios que ajudam a diminuir o estresse oxidativo hepático em seu corpo (consumir esse óleo não aquecido).
  • Sementes de linhaça, de cânhamo e de chia: contêm gorduras omega-3 à base de plantas para combater a inflamação, juntamente com fibras saudáveis.
  • Ervas: muitas apoiam a desintoxicação e função hepática. Isto inclui o gengibre, o cominho, o coentro, o cardamomo, pimenta caiena, canela, erva-doce e cúrcuma.
  • Carnes orgânicas ou que não sejam criadas sob confinamento evitando assim pesticidas, produtos químicos, hormônios e antibióticos que sobrecarregam ainda mais o seu fígado.
  • Sardinhas, anchovas e salmão selvagens: Estes fornecem gorduras anti-inflamatórias (omega-3), também podendo encontrá-las no óleo de krill.
  • Whey protein: a proteína do soro do leite fornece os aminoácidos necessários para a produção de glutationa, que é essencial para a proteção e função hepática.
  • Spirulina: esta alga verde azulada, conforme estudos em animais, além de desintoxicante pode ainda proteger o fígado, provavelmente como resultado de suas altas propriedades antioxidantes e sua capacidade de sintetizar ou liberar óxido nítrico.

 

E o café?

O café ganhou uma reputação negativa, devido ao seu teor de cafeína, mas muitas pesquisas sugerem ter efeitos benéficos, especialmente sobre o seu fígado. Um estudo recente revelou que pessoas que bebem três xícaras de café por dia tiveram 25 por cento menos probabilidade de ter níveis de enzimas hepáticas anormais do que aqueles que não beberam,7 e isso foi provado verdade sendo café cafeinado ou não.8 Outra pesquisa descobriu que beber duas ou mais xícaras de café por dia pode reduzir o risco de morte por cirrose hepática em 66 por cento.9

E um estudo japonês descobriu que aqueles que bebiam café diariamente, ou próximo a isto, tinham cerca de metade do risco de carcinoma hepatocelular (HCC), um tipo de câncer do fígado, do que pessoas que nunca beberam café;10 o café também está associado com fibroses do fígado menos graves, níveis mais baixos de gordura no fígado e menores taxas de progressão de hepatite C.11 Se você está interessado nos benefícios de saúde, beba o seu café preto, sem açúcar, creme ou aromas, mas se você realmente não suporta o café preto, tente adicionar alternativas não-lácteas, como leite de amêndoa sem açúcar ou de coco. Além disso, certifique-se que é orgânico para evitar mais exposição aos pesticidas.

 

Traduzido por Speed Farma

Fonte: http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2014/10/29/obesity-fructose.aspx?e_cid=20141029Z1_DNL_art_2&utm_source=dnl&utm_medium=email&utm_content=art2&utm_campaign=20141029Z1&et_cid=DM58819&et_rid=710249490

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